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Aos 16 anos, Lucas Barros comemora primeira vitória no Moto 1000 GP

Piloto da Alex Barros Racing vale-se de acidente de Renato Andreghetto na última volta para assumir liderança da GP Light.

Aos 16 anos, Lucas Barros comemorou neste domingo (21) a primeira vitória no Moto 1000 GP. Mais que isso, o piloto paulista da Alex Barros Racing deixou o Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília (DF), como líder do campeonato na categoria GP Light. Com 33 pilotos, a prova também teve no pódio o paulista Nick Iatauro, da Pitico Race, segundo, e o brasiliense William Pontes Marinho, da Corsini Racing, terceiro.

Barros largou da pole, tendo a seu lado na primeira fila do grid Renato Andreghetto, também piloto da Pitico Race, que chegou a Brasília como líder invicto do campeonato. O duelo entre os dois pela liderança da prova durou da primeira a última volta. Logo no início, Joniran Saling sugeriu chance de vitória, saltando de sétimo no grid para terceiro na primeira curva. O catarinense da Speed Racing sofreu uma queda ainda na primeira volta.

A troca de posições entre Barros e Andreghetto seguia na última das 13 voltas, quando o vencedor das três primeiras corridas do ano caiu no miolo do circuito. “A gente estava muito perto, eu estava inclinado na saída de curva freei para não bater no Luquinhas”, explicou o piloto, que deslizou pela pista e bateu com as costas na proteção de pneus. Atendido pelo doutor Marcos Korukian, ele foi liberado sem contusões. “Acontece”, resignou-se.

Sem perceber o acidente do adversário, Barros manteve o ritmo forte até receber a bandeirada final mais de 20 segundos à frente de Nick Iatauro. “O Renato me deu muito trabalho, e eu já sabia que seria assim. Foi pena ele não ter terminado, eu nem notei que ele tinha caído, mas foi muita pressão, ele me fez trabalhar muito”, descreveu. “É um momento maravilhoso, quero dedicar a vitória ao meu pai”, atribuiu, citando o chefe de equipe Alexandre Barros.

Iatauro, terceiro no grid, caiu para décimo na primeira volta. “Tive que vir buscar de novo. Eu era terceiro, fiquei em segundo porque o Renato caiu, o que foi uma injustiça. Na próxima etapa eu vou ter que tentar o triplo, o negócio é tentar melhorar”, estipulou, citando a rodada dupla marcada para o dia 4 de novembro na pista paranaense de Cascavel. “Aqui o mérito do Luquinhas foi total, e ele tem uma grande escola dentro de casa, também”, falou.

A torcida brasiliense aplaudiu bastante o terceiro lugar do piloto local William Pontes “Pamonha” Marinho. “Tive que suar para segurar a posição. Eu tinha uma vantagem sobre o Norton (Masera), mas não sabia que tinha. Preferi manter a concentração e não olhei para trás. Minha dificuldade maior está no equipamento, que já é um pouco defasado. Ainda assim, consegui mais uma vez terminar uma corrida aqui no pódio”, comemorou.

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Grelak Comunicação

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