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Em breve … Traxx Dunna600

As estradas brasileiras terão em breve um legítimo representante chinês do segmento de 600 cilindradas.

A novidade, que já está em solo brasileiro, está em fase de homologação e se chamará Dunna600.

Esta moto já é comercializada na China com o nome JH600 e é a moto que equipa as unidades de polícia chinesa e do exército chinês.

No Brasil a Dunna600, a primeira da TRAXX, empresa pertencente ao grupo chinês China South Industries Group, virá com foco no uso misto para longas viagens e uso no dia-a-dia, inclusive off-road.

A moto que está sendo homologada traz painel completo com marcador de combustível, hodômetro parcial e total, tacômetro, indicador de marchas, neutro e luz alta. O assento que fica a uma altura de 795 mm do solo, isso facilita a pilotagem dos pilotos mais baixinhos.

O modelo em testes para homologação vem com motor de 590cc reais e desenvolve 35,35cv a 6.000 rpm e torque de 4,6 kgfm a 4.500 rpm.

O motor é um monocilíndro refrigerado a água, com 4 válvulas e comando SOHC alimentado por injeção eletrônica e câmbio de 5 marchas.

A Dunna600 virá ainda de serie com pneus de uso misto e freios a disco nas duas rodas. Apesar de não informar qual o preço sugerido ao mercado consumidor a empresa afirma que esta será a moto de 600cc de preço mais acessível ao mercado.  É aguardar.

Sobre a TRAXX

A Moto Traxx da Amazônia faz parte do China South Industries Group (CSIG). Com sede em Pequim, o grupo reúne mais de 70 empresas que atuam em vários segmentos na produção de equipamentos especiais, fotoeletricidade, aço especial, medicina, nova energia, máquina de petróleo, aparelho de combate a incêndio, na produção e venda de miniveículos, de automóveis, de motocicletas (neste segmento é líder de mercado), além de ser atuante na área de pesquisa para o desenvolvimento da indústria da China. A organização tem uma população de 260 mil funcionários exemplares, dentre os quais 40 mil são técnicos e engenheiros profissionais.

No segmento de motocicletas, o CSIG funciona como uma “holding” que controla as seguintes fabricantes: Jialing (China Jialing Industrial Co. Ltd), Jianshe (Chongqing Jianshe Motorcycle Co. Ltd), Dayang (Luoyang Northern Enterprises Group Co. Ltd) e Qingqi (Jinan Qingqi Motorcycle Co. Ltd).

Juntas, as quatro empresas de motos representam 40% da capacidade de produção total no mercado chinês, fabricando mais de oito milhões de unidades por ano, nos modelos de 50 a 950 cilindradas.

A fábrica no Brasil

Com uma estrutura de 7 mil m² e espaço total de 53.000 m² a unidade fabril da Traxx, inaugurada no dia 31 de dezembro de 2007, em Manaus, conta com duas linhas de produção. A linha de montagem de motos foi dimensionada para a produção de 100 mil motos por ano. O China South Industries Group (CSIG) considera o Brasil um país estratégico, o primeiro a receber o maior volume de aporte e investimentos do grupo e o primeiro e mais importante na América Latina.

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Luis Sucupira
Jornalista, publicitário e documentarista desde 1988, blogueiro e colunista do Fórum PCs. Motociclista há 25 anos foi fundador do MC Guerreiros do Sol.. Palestrante sobre temas relacionados a motociclismo, mototurismo, marketing e vendas.

Sobre * Equipe MOTONAUTA

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15 comentários

  1. Hary, “convensser”…convenhamos, melhor nem comentar.

  2. * Equipe MOTONAUTA

    Ola Gomez

    Estamos para publicar as primeiras impressões sobre o produto, e infelizmente não teremos muito a concordar contigo.
    Antecipamos que mesmo sendo pré serie, a moto apresentou um perfil bem honesto.

    Os tempos mudam ..

    Obrigado pela participação

  3. Complementando: esta na cara que essa moto 600cc é uma “ratoeira” (armadilha). E vai vir por cerca de quase 20 mil ou pouco mais. QUEM EM SÃ CONSCIENCIA pagará um valor desses numa moto, convenhamos, feia, sem potencia e de qualidade extremamente duvidosa?!? E na marca sem tradição?!? Notem que a potencia é baixa porque se essa 600 andasse muito, com a qualidade dos freios e demais componentes, seria acidente grave na certa! Alem de ser uma cópia descarada e inferior da extinta Suzuki Freewind 650, não vejo vantagem nenhuma nessa moto no mercado. Aqui na Paraíba, a TRAXX so nao fecha porque os pobres coitados que nao tem R$ para comprar uma POP 100 ou uma CG, acabam comprando uma TRAXX 50cc, Johnny Hype 50cc, Shineray 50cc e outras cinquetinhas sem a minima qualidade, só porque custam entre R$ 2000 a 3500,00, e nao emplacam por aqui. É um festival de cinquetinhas descartaveis nas mãos dos menos favorecidos e da molecada em geral menor de idade que compram para fazer barulho e empinar por aí..

  4. É inconcebivel como empresas chinesas como estas fabricam modelos tão desafados em estética e qualidade. E mais inconcebivel ainda, como consumidores como os brasileiros, consomem estes produtos tão falhos e mal-acabados. Muitos aqui reclamam da Honda, Yamaha, etc; mas se esquecem que voces mesmos comprar e dão lucro para estas empresas. QUEREM BAIXAR OS PREÇOS DAS MOTOS? QUEREM PRODUTOS MELHORES EM DESIGN E PERFORMANCE? Só há uma resposta: BOICOTE. Se não há oferta, as fabricas tem que mudar para melhor para terem vendas. CG125: comecou a cair as vendas por causa da YBR. Dai a Honda lança a (ótima) CG150, mais motor, durabilidade e…economia! Tornado: básica demais. Dai vem a Yamaha e lança e Lander: painel com marcador de gasolina, freio a disco na traseira, injeção…tchau Tornado. Dai a Honda lança a XRE 300 (mais motor, injecao, disco…TUDO PORQUE O CLIENTE É QUEM MANDA, GENTE! Parem de comprar, e a fabrica vai ter que mudar de atitude. É lei de mercado! Mas nenhum de voces aguenta ficar uns dias sem comprar né? Então, so vos resta ficar reclamando das coisas…

  5. sei lah, acho que faltou um pouco de potencia e atualizar as carenagens, ficou estilo o relançamento da da BMW F650 GS com o nome de G 650 GS, com carenagem de 20 anos ! mas ja atualisaram o modelo. se o produto é bom tecnicamente durabilidade, etc só quem comprar vai poder falar, sorte minha pois esse cara nao serei eu !! agora hj em dia acabou esse negocio de que produto chines é ruim , poisqse tudo q é nosso vem de lah !! ate o motor da famos F ou G 650 GS sai de lah tbem, ou seja de BMW ela nao tem nada, diferente da F que o motor era produzido pela ROTAX na áustralia…

  6. siomar santos

    o Sr Fabio já diz minha velha moto DR650, mostra que ja parou no tempo,ta em uma velha suzuki,querendo ele ou nao, nao tem como segurar os chineses, já tive varias motos, Honda, Suzuki, kawa, yamaha, hje eu tenho um Joto da Traxx, abaixo da Yamaha a melhor foi esta atual a joto, que é da traxx, respeito opniões do Sr Fabio, do nene, Sr Fernando,do Danilo, emfim, pensava igual a vcs, apos percorrer mais de 25000 km, ja mudei de ideia, tenho certeza quem compra uma traxx tem outra opnião sobre as motos, são otimas,durabilidade, economicas, custo e beneficio o mais baixo do mercado

  7. achei horrivel…nao compraria mesmo desculpa…parece feita de plastico…

  8. Estou pensando em comprar uma dessas, se custar 2.500,00 eu serei o primeiro a comprar.

  9. Acho que é isso que estava faltando para Yamaha lançar a XT660z, só falta essa moto passar a Xt660r na vendas. O que os incompetentes da yamaha estão esperando?

  10. tomara que nem venha uma tranqueira dessas, muito feia, alem de ser feia, aposto o que for que não tem qualidade nem durabilidade, prefiro comprar uma XT660 usada mesmo, compro por 23000, 24000 uma 2008! que não prescisa provar mais nada a ninguem

    agora essa tranqueira ai vai ter que provar muito para me convensser!

  11. yrui calmon

    concordo parcialmente com o que Fábio falou, falta identidade, vocês nâo acham que ela tem um pouco da suzuki Freewind na traseira? de qualquer forma é bom que venha para que os demais fabricantes tenham uma referencia de preço mais próxima do que considero justo e não ter mais que pagar exorbitantes R$27 mil por uma XT660!

  12. Ozzy Renato

    Eu não acho que essa moto concorre com as japonesas da faixa de 600cc. Na verdade eu vejo que o alvo são os consumidores de motos de 250 e 300cc. Em Porto Velho, uma XRE ABS custa 18.000 reais. Se essa moto vier custando até 20.000 (uma Kawa ER-6 custa 24mil e está na promoção por 22 mil, isso sendo uma Kawa com toda tecnologia com motor bicilíndrico) e não deverá custar mais que isso. Sendo assim, o consumidor vai preferir pegar uma moto maior com vinte por cento a mais no valor……………Eu acho que a estratégia é essa.

  13. E aí Fabio.
    Falou e disse.
    Muito bem dito.

  14. Saudações.

    Ótimas colocações a do Fábio, vou inclusive “plagiar” 2 trechos do seu post:

    1. “…Essa Dunna tem 35 e é medonha…”
    2. “…Se essa moto tem capacidade para rodar um milhão de quilômetros isso pouco me interessa…”

    Nada mais a acrescentar.

    Forte abraço a todo equipe Motonauta.

  15. Minha velha DR650 tem 43 cavalinhos. Essa Dunna tem 35 e é medonha.
    Podem falar o que for, mas vai demorar um bocado para esses chineses se tocarem que não basta seguir as normas técnicas…falta o subjetivo, o refinamento, o design, a herança técnica e estética.
    Motos, aqui no ocidente, são objetos passionais. Já os chineses fabricam motos, roçadeiras, tratores com a mesma mentalidade. Isso quando não derrapam nas cópias que beiram o ridículo, como as cópias de Mini Cooper que estamos vendo por aí.
    O apelo estético anda de mão dadas com a arte. O design é filho da arte. Arte, arquitetura e design só florescem em ambientes livres, sem censura. O que não é o caso na China.
    Já que eles têm as burras cheia de dinheiro, poderiam seguir o exemplo dos coreanos e contratar um bom designer europeu, como é o caso da Kia.
    Se essa moto tem capacidade para rodar um milhão de quilômetros isso pouco me interessa. Roçadeiras e tratores também são ferramentas valentes, mas ninguém compra um trator por impulso emocional.
    Uma moto sem personalidade, sem traço, sem herança, cheia de clichês e com linhas mal copiadas e repetidadas jamais vai conquistar o mercado ocidental.
    Engolimos todo tipo de produto chinês, mas essa motoca vai ser difícil de engolir.
    Não consigo conceber os chineses criando mitos como Katanas, Ninjas, Teneres.
    Essa moto é meramente utilitária. É refeição básica.
    Mas como diz a música;
    ” A gente não quer só comida…”

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