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Equipe Microcity de Rally – Diário de Bordo #3

Correr é importante, mas a interação também

O Rali de Barretos é lembrado entre seus competidores pela grande presença do público. Neste fim de semana, nos dias 10 e 11 de março, os fãs das motos, quadriciclos, UTV’s (espécie de gaiolas, porém com outras configurações), caminhonetes e caminhões estiveram presentes na cidade paulista, mas o piloto Luis Carlos Nacif sentiu falta de algo a mais. O mineiro e seu navegador Humberto Ribeiro disputaram as duas etapas de abertura do Campeonato Brasileiro de Rali Cross Country, porém desta vez não teve o famoso prólogo de Barretos. No sábado, um pequeno problema mecânico os impediu de completar a prova, mas no domingo veio a recuperação. Porém para Nacif a interação com o público, equipe, mecânicos e outros competidores foi mais importante.

Ao todo, o rali teve 300 quilômetros de trechos cronometrados distribuídos no sábado e no domingo. Para a Equipe Microcity de Rally, a sexta edição de Barretos teve 286 quilômetros. No sábado, faltavam 14 quilômetros para Nacif e Piauí cruzarem a linha de chegada, quando uma peça pequena do trambulador (alavanca de marcha) da caminhonete soltou e eles ficaram sem ter como encaixar as marchas. O local onde tudo aconteceu e quem estava por lá foram o que chamou a atenção do piloto: “Era uma parte boa do trecho, com um estradão, seguido por uma curva fechada à esquerda e depois uma ponte na saída. A peça soltou quando estava pendulando para fazer a curva corretamente. Naquele lugar tinha muita gente assistindo ao rali e passamos direto, perto do povo! Nada de grave aconteceu e paramos a caminhonete. Pedi ajuda ao pessoal para tirarmos o carro do caminho e logo que o fizemos a galera já veio oferecendo uma cerveja e churrasco! Quer coisa melhor do que isso? Antecipei a melhor parte de um rali, confraternizando com o pessoal, fãs do rali, mecânicos, um monte de gente! Foi divertido! Todo mundo tirou foto dentro do carro, com a gente, uma interatividade bacana, onde contamos e ouvimos várias histórias. Não consegui terminar o rali no sábado, mas fui muito bem acolhido ali, naquele ponto do trecho”.

A confraternização ainda não tinha terminado para Nacif. Ao chegar no parque de apoio mecânico, montado no Parque do Peão, o mineiro ainda reencontrou outras pessoas: “Cheguei ao box da equipe e fiquei lá tomando cerveja com o pessoal, competidores e mecânicos. Foi engraçado demais! O mais interessante é que muita gente costuma sair a noite para a cidade e conhecer novos lugares, mas ali no box estava tão bom que ninguém queria ir embora. Contamos casos sob a luz da lua cheia e fomos ponto de parada para outros competidores, mesmo que ficassem pouco ou muito tempo. O Cotton, o Riamburgo Ximenes e o França sentaram lá conosco. Outro que me surpreendeu com seus dotes culinários foi o navegador Neurivan Calado. Naquele momento também tive a oportunidade de conhecer um pouco mais o Brasília, que faz apoio mecânico junto com o Maurício Neves. Naquela noite já combinamos de encontrarmos todos no RN 1500, uma das provas mais gostosas para participar, na minha opinião. Uma ótima oportunidade para mais competidores das regiões sul e sudeste irem e correr outro grande rali”.

Neste domingo, Nacif e Piauí largaram no fim da manhã em 28º na classificação geral entre os carros, mas recuperaram o tempo e finalizaram a segunda etapa do campeonato em sétimo e em terceiro na categoria Pro Brasil Flex. A dupla ainda teve problemas com a mesma peça do trambulador, que fez a caixa ficar travada na terceira marcha, mas Nacif e Piauí dessa vez conseguiram finalizar a prova.

O piloto mineiro gostou da experiência do fim de semana, conheceu novas pessoas, porém sentiu falta do público que vai ao tradicional prólogo de Barretos: “A organização foi legal, mas pecou em não fazer o prólogo. A arquibancada montada nos anos anteriores no Parque do Peão trazia mais gente ao rali. Como não teve neste ano, a cidade parecia não saber do evento. A impressão que tive é que o rali aconteceu somente para nós, que estávamos na disputa, mas com o público é sempre melhor. Por outro lado, tinha muito mais gente assistindo as etapas na pista neste ano”.

O próximo desafio de Nacif e Piauí será entre os dias 11 e 15 de abril no RN 1500, prova disputada no litoral do Rio Grande do Norte.

Acumulado de duas etapas – classificação geral – carros

1º) André Sawaya e Cláudio Mifano – 3h45min40s
2º) Riamburgo Ximenes Junior e Flávio Marinho – 3h48min33s
3º) Marcos Moraes e Fabio Rogério Pedroso – 3h51min50s
19º) Luis Carlos Nacif e Humberto Ribeiro – 6h02min07s

Acumulado de duas etapas – categoria Pró Brasil Flex

1º) André Sawaya e Cláudio Mifano – 3h45min40s
2º) Riamburgo Ximenes Junior e Flávio Marinho – 3h48min33s
3º) André Franco de Miranda e Osmar Dehn – 4h38min28s
4º) Hugo Rodrigues e Sidnei Broering – 5h56min03s
5º) Luis Carlos Nacif e Humberto Ribeiro – 6h02min07s

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Caroline de Paula / AcelerAção Assessoria de Imprensa. Foto: Márcio Machado

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