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Honda XL700V Transalp 2012 … avaliamos!


Lançada em 1987 na Europa, a Honda trouxe para o Brasil a XL700V Transalp. Uma motocicleta aventureira que pode lhe levar a qualquer lugar independente do caminho.

Veterana no mercado, não podemos falar que seu projeto é antigo e sim maduro. Em sua longa jornada ela recebeu atualizações que a manteve moderna, robusta e segura.

A robustez é a marca registrada da motocicleta, afinal ela teve origem nas conquistas da Honda no Paris-Dakar e foi baseada nos protótipos que participaram da competição. E de geração em geração foi evoluindo mas nunca perdeu sua essência. Leia mais sobre sua origem no final deste texto.

O modelo avaliado é o mesmo vendido atualmente no exterior. Finalmente e felizmente o Brasil experimenta uma época onde não há defasagem entre os modelos comercializados aqui e no exterior. As diferenças são de meses e não mais de anos como há pouco tempo atrás.

Para avaliar a Transalp fizemos uma pequena viagem teste até a cidade de Águas de Lindóia-SP (a apenas 170 km de São Paulo). O percurso tem um trajeto bem sinuoso e foi possível avaliar o que esperar da motocicleta.

O motor em V de 680,2 cm² da Transalp tem o torque de 6,12 kgf.m a 6 mil rpm e boa parte deste torque já está disponível próximo dos 3 mil rpm, o que minimiza em muito a necessidade de troca de marchas. A potencia de 60 cv a 7750 rpm se mostrou condizente com a proposta do modelo e permite rodar com uma boa velocidade de cruzeiro sem esforço.

O cambio de 5 marchas se mostrou bem “casado” com o motor e a embreagem tem acionamento macio. A 5ª marcha é longa e ajudou a manter o motor com menor giro e consequentemente uma média condizente de consumo de combustível – 17,5 km/l.

A ciclística se vale de um chassi de berço simples de aço onde o motor é parte estrutural. A suspensão dianteira é convencional e sem regulagens, a traseira usa o sistema Pró-Link e o monoamortecedor tem curso de 173 mm. Na prática o conjunto estava com um acerto mais duro que no modelo que rodamos na apresentação e sentimos mais as pancadas nos buracos. Em contrapartida o desempenho nos trechos com grandes sequencia de curvas, a Transalp não balançou e se mostrou firme na trajetória.

Os freios equipados com C-ABS tem ótima potência e param a moto com segurança e sem trepidação no pedal e/ou manete de freio. A única resalva é o efeito do freio combinado – acionado o freio traseiro, o freio dianteiro tem um dos pistões acionado – e quando acionado pedal no meio da curva, faz com que a frente afunde. Nada que traga perigo, mas assusta no início. Depois de acostumado pode-se utilizar sem medo.

O design da Transalp segue as mesmas linhas desde sua primeira geração, é uma moto de identidade. Sua beleza não é unanime, muitos adoram e outros odeiam. Uma coisa é certa, tudo está bem posicionado e ao alcance das mãos e dos olhos. A qualidade da pintura e encaixes das partes plásticas segue o padrão Honda, oferecendo um ótimo acabamento geral.

O painel é completo e bem posicionado. Não é necessário desviar muito o olhar da estrada para visualizar as informações. O conta giros analógico, velocímetro e marcador de combustível tem mostradores grandes e facilitam a visualização. O único incomodo é rodar com o farol alto à noite, pois a luz espia é potente e faz reflexo na viseira. O farol baixo e alto oferece uma grande iluminação e seu facho é bem definido e aberto, mérito de seu formato redondo.

A bolha desvia o vento até os 100 km/h, acima disso desvia o vento do peito, mas não do capacete. Bom para quem vai utilizar no dia a dia e não quer passar calor, mas ruim para quem faz viagens longas e quer mais proteção. Vale lembrar que no mercado já existem diversas opções de tamanho para a Transalp.

A posição do piloto é ergonômica e natural. Em conjunto com o banco largo e macio proporciona horas de pilotagem sem cansar. Os protetores de mão (de série) desviam o vento e protegem dos pedriscos comuns nas estradas. Os comandos dos punhos estão bem localizados e deveriam ter um acabamento mais arredondado, com menos “cantos vivos”. Os retrovisores redondos são excelentes, são grandes e bem posicionados.


Se eu tivesse uma Transalp faria somente dois ajustes: trocaria as manoplas por outras mais macias e colocaria um alongador de guidão para poder pilotar em pé (mais confortavelmente) com meus 1,84 metros.

Em resumo a Transalp é uma moto equilibrada e robusta. Vai atender o motociclista que quer uma motocicleta para viagens curtas e longas ou mesmo para o uso urbano como locomoção diária.

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.:História

Em 1987 a Honda procurou desenvolver uma moto polivalente, que garantisse um comportamento aceitável em qualquer tipo de piso. Ela foi concebida para o turismo em contato com a natureza e num momento em que as monocilíndricas ditavam a tendência.

Tudo começou em 1976, um grupo de seis motociclistas, pilotando diversos tipos de motos, fizeram a ligação entre Graz “na Áustria” e o Mônaco, passando pelos Alpes.

Este feito despertou a atenção da Honda que resolveu organizar já no ano seguinte o “Transalp” numa tentativa de cultivar a amizade entre os utilizadores da moto e de encorajar o maior contato com a grandiosidade dos Alpes.

Este passeio de 3500 Km, teve uma duração de 22 dias, voltou a fazer a ligação entre Graz e Mônaco e foi a verdadeira inspiração para o desenvolvimento da XL 600 V, batizada com o nome de um acontecimento que serviria de base para uma serie outras de iniciativas.

Ao desenvolver a Transalp, a Honda aproveitou muitos dos ensinamentos que foram colhidos em várias edições do rali Paris-Dakar.

Deste modo, a XL 600 V aparece com uma silhueta trail, não renegando uma clara influencia estradeira, bem patente na evolução estilística de alguns elementos.

Em homenagem a sua origem, o modelo atual tem estampado na carenagem a posição geográfica por onde passaram o grupo que fez o “Transalp” em 1977.

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Conheça a evolução da Transalp

1987-1988 XL600V-H e VJ Transalp

1989 XL600V-K

1991 XL600V-M Transalp

1994-1995 XL600V-R

1996 XL600V-T

1997 XL600V-V

2000-2002 XL650V-Y V-1 V-2

2007 XL700V

Ficha Técnica

Motor OHC, bicilíndrico em “V”, 4 tempos, arrefecido a líquido
Cilindrada 680,2cm³
Sistema de alimentação Injeção Eletrônica PGM-FI
Potência máxima 60cv a 7.750rpm
Torque máximo 6,12kgf.m a 6.000rpm
Transmissão 5 velocidades
Sistema de partida Elétrica
Capacidade do tanque 17,5 litros
Tipo de chassi Semiberço duplo
Comprimento x largura x altura 2.250 x 907 x 1.307mm
Pneu dianteiro 100/90 – 19 M/C 57H
Pneu traseiro 130/80R – 17M/C 65H
Peso seco 201kg (STD)205kg (ABS)
Cores Verde metálico e branco
Preço R$ 31.800,00 (STD)*R$ 34.300,00 (ABS)*

*O valor acima refere-se ao preço público sugerido, base São Paulo, para pagamento à vista, e não inclui despesas com frete e seguro.

Sobre Claudinei Cordiolli

Analista de Negócios formado pela Unibero, empresário no ramo de ERP´s para o setor Imobiliário. Participação em diversas provas de Enduro no final da década de 1990 e início dos anos 2000 mudou para a pilotagem esportiva onde continua pilotando (mas não competindo) até hoje. Apaixonado por Fotografia fez trabalhos para diversos sites e para o Jornal Diário de São Paulo. Hoje faz fotografia esportiva para a Taça São Paulo de Supermoto e trabalhos de freelancer. Atual colunista do site Motonauta para a seção de Avaliações e alguns editoriais sempre apresentando ao público sua opinião sem ter o "rabo preso" com nenhum fabricante ou marca.

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13 comentários

  1. Também escutei a notícia de que a Transalp sairia de linha (em outros países) com a chegada da NC 700X. Fiz uma pesquisa e acredito que isso não passa de boato por 3 motivos:
    1) ela continua sendo comercializada na Europa (Acessei o site da Honda em Portugal, Espanha e Reino Unido).
    2) São propostas de moto bem diferentes.
    3) apesar do preço muito parecido atualmente no Brasil, lá fora essa diferença chega a superar os 30%

  2. * Equipe MOTONAUTA

    ola Roberto

    Deve haver algum engano. No site da Honda de Portugal (por exemplo) ainda existe sim a Transalp !

    Confira lá e muito obrigado pela participação

  3. cara, tenho muita vontade de ter uma transalp, so que no site mundial da honda nao existe mas ela, entao fica a pergunta até quando ela vai ta aqui no brasil, tambem nao queria acreditar que seria o fim da TA, visto que ela ja tem mas de 2 decadas de historia acho que seria um erro a honda descontinuar a TA por causa da nc 700x. queria apenas que a honda re estilizasse ela entao seria sua 4 geraçao!!tenho certeza que devido esse temor de que a TA pode chegar ao fim as vendas da mesma vao cair drasticamente, seria bom se a honda nos esclarecesse logo qual vai se o destino da transalp se a historia chega ao fim ou vamos ver uma bela re estilizassao dela!!!

  4. Carlos,

    Obrigado pelo elogio.

    Quando uma motocicleta sai do catálogo em seu principal mercado – no caso o europeu – é um sinal de que a vida do modelo não será longa nos outros países.

    Assim como as NC 700X e NT 700V entraram em cena na Europa, é bem provável que elas (ou uma delas) aportem no Brasil em 2013.

    Durante a apresentação da CBR 250R a Honda nos passou a informação que ainda este ano apresentará três novos lançamentos e três re-estilizações.

    Portanto teremos novidades em muito breve, e quem sabe não será sua próxima motocicleta?

  5. Olá Claudinei, excelente matéria.
    Estou procurando com minha esposa uma moto para trocar para ela. Estamos buscando uma moto do tipo big-trail de cilindrada 650/700. Já testamos a BMW GS 650 e a Honda Transalp 700. Ainda não conseguimos testar a Suzuki Vstrom 650 ou a Kawazaki Versys. Minha esposa tem uma Shadow 750 e queremos uma moto que nos permita reqalizar um projeto, mais a longo prazo, de ir até o Atacama de moto juntos.
    Eu gostaria de ouvir a sua opinião, já que escutei algo de uns amigos e me deixou um pouco preocupado, sobre a Transalp: é sobre a sua continuadade no Brasil. Neste final de semana fizemos um test drive na TA e adoramos. Hoje entrei no site mundial da Honda e a Transalp já não aparece, mas sim outras duas, a NC 700X e uma mais touring NT 700V. Ambas com uma cara totalmente mudada qdo comparado com a TA atual, muito mias na linha da Vstrom 650.
    Por isso gostaria de saber se já existe alguma indicação de até quando a TA vai estar por aqui. Como nós no Brasil de uma forma geral temos que nos contentar com modelos que já não estão disponíveis em mercados maiores, estou em dúvida se faz sentido investir numa TA nova agora.
    Muito obrigado
    Carlos

  6. Adriana Cartaxo

    Comprei a minha TA no início do mês, tenho 1,68 de altura e anteriormente tinha a XRE300, estou me acostumando ainda com o peso, ela é mais baixa do que a XRE300. É uma diferença mt grande, pois já tive a FALCON e o conforto e estabilidade são incríveis. Estou na fase do amaciamento do motor por esse motivo ainda não deu para percebe mt a velocidade. Mais estão de parabéns pela moto, atendeu as minhas expectativas.

  7. Eudes,

    Obrigado pelo elogio.

    A história busquei nos sites europeus e fiz a confirmação junto a Honda.
    A popularidade e dificuldade do Paris-Dakar despertou no público a vontade de se cruzar o continente em motos “inquebráveis”, um prato cheio para lançar motos deste tipo. (assim como o pessoal assiste a MotoGP e quer uma CBR1000RR)
    A Honda lembrando da história de 1976 aproveitou o “gancho” para servir de inspiração ao nome do modelo em 1987, uma motocicleta capaz de cruzar os Alpes com a confiabilidade de uma moto participante do Dakar.
    Claro que ela utilizou algumas tecnologias usadas na competição, nada diferente do que ocorre hoje em dia onde as tecnologias de competição acabam chegando às ruas.

    Assim como motos clássicas servem de inspiração para novas motocicletas (exemplo da já extinta CB1300), algumas histórias de aventura inspiraram novas motocicletas como a Transalp.

  8. Eudes Pimentel

    Olá Claudinei Cordiolli,
    Parabéns pela matéria sobre a avaliação da Honda XL 700V Transalp.
    No final da matéria você ilustra com a história da origem da referida moto. Pergunto: A história é real e qual a fonte que você usou para citar o texto? Em outra matéria consta que a XL 700V Transalp surgiu no mercado europeu como resposta à crescente popularidade da rali Paris – Dakar, motivo este que faço a pergunta.

  9. Ola, boa tarde. Gostei muito da matéria e das observações dos colegas….espero poder contribuir com alguma informação adicional.. Troquei uma XRE300 por uma TA e estou com ela a pouco mais de 45 dias.. Neste período já rodei quase 4300km e utilizo a moto quase que diariamente num trajeto que vai de Arujá à Sorocaba, passando por via Dutra, Marginal Tietê e Castelo. Não sou de andar muito devagar, principalmente na castelo e o consumo médio atual da minha TA está em torno de 21,5 km por litro! (Com a XRE300 fazia 26!) No começo me decepcionei um pouco, pois cheguei a medir míseros 15km/litro, mas após o amaciamento do motor o consumo melhora… espero melhorar ainda mais !! 🙂
    O vento quente da ventoinha realmente incomoda em tempos quentes, porém na estrada a temperatura se estabiliza e não se sente mais nada..! A questão do peso também merece cuidados.. tenho 1,75 de altura e quando paro é preciso ficar na ponta dos pés para se equilibrar… já levei dois tombos estando literalmente parado, um simples deslize do pé ao estacionar é o suficiente para cair, são mais de 200kilos para suportar… fica difícil… o último tombo ocorreu ao sair de casa, antes de sair parei a moto esperando um carro passar, não percebi e parei a moto entre a calçada e a rua.. quando fui apoiar o pé não achei o chão e foi o suficiente para cair com ela… difícil foi sair debaixo dela..mesmo com minha esposa ajudando foi complicado sair debaixo e levantar a “danada”.. por outro lado pilotar esta moto é uma maravilha…… um final se semana fui até Bragança paulista com ela, e nas curvas da Fernão Dias foi inacreditável..a moto transmite muita confiança nas curvas.. digo para meus amigos que ela faz curva só com o pensamento… ainda, no trânsito das marginais e da Dutra, vou numa boa entre os corredores…ainda não derrubei nenhum retrovisor.. dias atrás voltando de Sorocaba fui encontrar um colega na Av Paulista e subi a Rebouças depois das 18:30 hs.. foi uma prova de fogo.. centenas de carros, trânsito terrível e o corredor na Rebouças é mais estreito… mas fui numa boa.. não arrisquei a andar como os motoboys a + de 80km/hora, mas não fiquei um minuto parado..
    A TA é muito ágil e anda bem…ficava doido com a XR na estrada.. a minha não passava de 140 km/h.. aos 115 começava uma trepidação infernal, aos 125 diminuía um pouco a trepidação, mas dava início a um barulho mais infernal ainda.. aos 130 tinha o barulho e a trepidação voltava !!! quando chegava ao meu destino sentia dores em todas as ´juntas” do meu corpo.. era terrível… assim que parava tinha que fazer alguns alongamentos antes de me locomover…e ainda levava um tempo até a trepidação do corpo passar… com a TA a coisa mudou bastante… você vai perceber alguma trepidação quando a moto atingir os 180 km/h… (isso mesmo !!) como sou cuidadoso, o máximo que costumo andar “de vez em quando” na castelo é 160km.. então não sinto trepidação nenhuma… chego ao meus destino sem sentir nada, nadinha… nem dou mais aquela “esticadinha” no corpo depois que desço da moto..
    Importante destacar o seguinte: A TA garante sobra de tempo.. vou explicar….de Aruja até Sorocaba, num sábado ou domingo, levava no mínimo 1 hora e 30min.. em dias da semana já cheguei a levar quase 3 horas…( já levei 3 horas e meia retornando de Sorocaba numa sexta-feira à noite..).. com a XRE300 levava uma hora e 45 minutos em média… (ia relativamente bem na Dutra, bem na marginal, mas na castelo era um desastre).. com a TA já cheguei a fazer 1 hora e 20 minutos…(quando estou atrasado).. em média levo uma hora e 25 minutos cravados…faça chuva, faça sol, com ou sem trânsito…
    Quando optei por pegar um moto maior, tinha dúvidas entre a dl650 da Suzuki e a TA.. confesso que a emoção queria a DL, a razão falou mais forte e fiquei com a TA, principalmente pelo ABS (que não tem disponível da DL), e não me arrependo… a moto me atende muito bem… quando falamos de conforto em comparação à um carro, vou estrapolar e dizer que a única coisa me me faz falta é um DVD !!!
    Abraço a todos !!!

  10. Esqueci de dizer sobre a ventilação na perna do piloto. Ao chegar em determinada temperatura, a ventoinha liga sozinha e o ar quente é jogado na perna direita do piloto. Mesmo com calça (não bermuda), o calor aquece demais a perna direita e também sobe um pouco. isso em baixa velocidade, no transito, por exemplo.
    Não concordo com o Tom que o design é ultrapassado, é questão de gosto.

  11. Acho o design ultrapassado, e a Honda trata o Brasil com desprezo.

  12. * Equipe MOTONAUTA

    Caro Edson

    Que bom que a nossa percepção não esta longe dos consumidores finais !

    Muito obrigado pela participação

  13. Perfeito, bateu em quase tudo, menos nos 17 kms. por litro. Só se andar a 60 ou 80 kms, de resto, perfeito!!! O que não foi mencionado é o peso para baixinhos como eu (1,73), fico na ponta de um pé só (escolho direito ou esquerdo) mas quando paro sobe uma valeta, ai a coisa complica. Outra coisa: estava parado e fui fechar a jaqueta, bobeei e ela foi ao chão, só consegui amenizar a queda e fiz força pacas! Depois para levantar tive que busca mais dois ajudantes!

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