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Setor de vendas de motos no Brasil cresce mais de 16% em 2011

Com aumento da renda dos brasileiros e carência no sistema de transporte público, mercado aumentou mais no Norte, Nordeste e Centro-Oeste

A melhora da renda dos brasileiros somada ao sistema de transporte público defasado na maioria das cidades do país fez com que o setor de motos registrasse, em 2011, aumento de 16,75% das vendas em relação ao ano anterior, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares). A Revista AméricaEconomia, da Spring Editora, analisou os dados e traz reportagem completa sobre o assunto na edição de maio.

Os melhores locais para verificar o crescimento do setor são as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Segundo José Eduardo Gonçalves, diretor-executivo da Abraciclo, esses lugares mostram números de crescimento impressionantes. “O Norte, em dez anos, teve uma expansão de 243% na comercialização de motos, com destaque para Rondônia”, disse. Essa demanda aumentou porque parte dos usuários passou a evitar o transporte público, ou precisa de uma opção com mais flexibilidade.

O momento é tão bom para o setor que a chinesa Shineray planeja colocar em operação no Brasil, em 2013, uma fábrica no Porto de Suape, em Pernambuco. Para isso, o investimento da empresa será de R$100 milhões, aproveitando a expansão do mercado. De acordo com Paulo Perez, presidente da Shineray Motos, o momento é ideal para entrar no país. “Na última década, o setor tem crescido em média 13% ao ano. As motos têm um preço atrativo para substituir a tração animal no campo e serem utilizadas no lugar do transporte público nas pequenas comunidades.”, afirmou.

Apesar da melhora das vendas, ainda existem algumas preocupações no mercado. A Abraciclo tem criticado as restrições ainda impostas aos compradores de baixa renda na hora de parcelar a aquisição de uma moto. “Isso atrapalha as vendas, porque 80% dos negócios são parcelados Além disso, 85% dos compradores pertencem às classes C e D. Para nós, a seletividade na concessão de crédito tem um impacto muito grande”, concluiu Gonçalves.

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Linhas Comunicação

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