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Setor volta a crescer e segue otimista para 2011

Novembro registra alta em vendas, produção e exportação, elevando os números anteriormente previstos para este ano

Depois da queda registrada no mês de outubro em comparação com setembro, os números de novembro voltam a animar o setor Duas Rodas. Segundo dados divulgados pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), as vendas de motocicletas para o mercado interno (concessionárias) registraram alta de 9,2% em relação ao mês passado. A produção apresentou alta de 6,5% frente a outubro.

O bom desempenho não para por aí. Se compararmos com o mesmo período de 2009, as vendas e a produção registraram avanço de 45,9% e 48,4%, respectivamente. No acumulado do ano, a produção apresentou incremento de 17,9%, com 1.719.073 unidades, contra 1.458.438 no mesmo período de 2009.

“O setor está mais maduro. O aquecimento do mercado após a crise, que se estendeu até meados de 2009, favorece uma recuperação gradual e consistente”, afirma Jaime Teruo Matsui, presidente da Abraciclo.

Nas exportações, novembro apresentou aumento de 7,5% sobre outubro, já no comparativo com novembro do ano passado, houve um acréscimo de 24,4%.

2010 e Projeção 2011

O mercado de motocicletas deve fechar o ano com números de 1.818.000 unidades em produção, ante os 1.539.473 de 2009, e 1.827.000 em vendas – no ano passado foram comercializadas 1.579.197 unidades.

Para 2011 a entidade prevê crescimento mais ativo, com aquecimento já no primeiro trimestre.

“Se continuarmos neste caminho, esperamos alcançar os números registrados em 2008 – o melhor ano para o segmento – em 2011”, afirma Matsui.

Liberação de Crédito

Após anúncio realizado no dia 03 de dezembro pelo Banco Central, as compras feitas através de financiadoras terão maior rigor para aprovação de crédito, e menos facilidades. Segundo anunciado, o máximo de parcelas possíveis para o financiamento de um produto será de 36 vezes, e as lojas deverão exigir entrada de no mínimo 20% do valor total do bem adquirido no momento da compra.

“São medidas preventivas que visam a manutenção do equilíbrio da economia nacional”, explica Matsui.

Segundo o presidente, as modificações nas exigências para liberação de financiamentos ainda são recentes e possivelmente trarão algum impacto, mas é prematuro fazer qualquer avaliação neste primeiro momento.

“A modificação no processo de aprovação de crédito serviu para permitir um crescimento gradativo e planejado do setor. Hoje a inadimplência está controlada e o segmento mais maduro. Atualmente os avanços alcançados são reais e o setor está preparado para eles”, completa Matsui.

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fonte : SD&PRESS Consultoria / Marina Veltman

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