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Verão e calor abundante = moto aquática na água

Com a chegada do verão, sol e calor convidam os proprietários de motos aquáticas para algumas voltinhas refrescantes com suas máquinas possantes. Pensando nisso, listamos alguns cuidados que devem ser tomados antes de pegar a estrada para sentir a brisa do mar ou a calmaria de uma represa.

Todo ano é aquela correria, natal na casa de um, ano novo na casa de outro, férias, praia e diversão… Para não deixar tudo para a última hora e acabar perdendo o timingdas comemorações de fim de ano, segue uma lista elaborada para quem quer curtir o verão e os esportes náuticos de forma despreocupada e descontraída. Assim como os veículos terrestres necessitam de manutenção periódica e devem obedecer as leis de trânsito, as motos aquáticas e demais embarcações também estão subordinadas as leis, essas, fiscalizadas e geridas pela Marinha do Brasil e a Capitania dos Portos.

Também é imprescindível verificar a documentação e o estado geral da carreta de transporte antes de sair de casa: pneus, luzes, engate, etc.

A Kawasaki Motores do Brasil, visando o fortalecimento das novas normas de segurança náutica colocadas em vigor este ano, a fim de orientar e difundir tais mudanças junto aos proprietários e usuários de motos aquáticas de todo o país, traz uma breve explanação com os principais tópicos a serem lembrados por eles.

Legislação e códigos náuticos

Não diferente de quem conduz uma motocicleta em terra firme, e por isso é chamado de motociclista, o condutor de uma moto aquática é chamado de motonauta e necessita de habilitação especial para tal.

Desde o dia 2 de julho de 2012 estão em vigor às novas regras para obter a habilitação de motonauta. Segundo a Marinha do Brasil, com a nova regulamentação, o candidato a carteira de habilitação marítima deve ser maior de 18 anos e, cumpridos os procedimentos para se tornar um motonauta, precisa obter um segundo documento, a Arrais Amador, desta forma ele estará apto a pilotar em águas abertas (rios e mares) e abrigadas (lagos e represas). São necessários cursos específicos com carga horária de 4 a 10 horas/aula em escola credenciada pela Marinha, dentre outras provas teóricas e práticas. Nas aulas práticas são enfatizados aspectos como, limites operacionais do equipamento, técnicas de pilotagem, Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamentos no Mar (RIPEAM), regras para saída e aproximação segura das praias, cuidados para quando na presença de outras embarcações e procedimentos em situação de emergência, entre outros. É importante ressaltar que os proprietários de motos aquáticas devem registrar o veículo em até 15 dias após a compra, sob o risco de serem multados pelo órgão fiscalizador. Uma vez habilitado, o condutor tem sua permissão válida por 10 anos.

De posse da documentação necessária, o condutor é obrigado a utilizar colete salva-vidas e deve navegar com sua moto aquática somente a partir de 200 metros em relação a orla da praia. Vale lembrar que ao emprestar ou alugar a embarcação para menores de idade e pessoas inabilitadas, o proprietário fica sujeito às punições previstas por lei respondendo perante o Tribunal Marítimo nas esferas civil e penal.

Uso e manutenção dos equipamentos

Para tirar o máximo proveito da moto aquática é importante manter um cronograma de revisões. Com o passar dos anos, a evolução tecnológica permitiu cascos elaborados em laboratórios de hidrodinâmica, sistemas eletrônicos de gerenciamento do motor e até mesmo da rota, ou seja, máquinas potentes e cada vez mais precisas na condução. Por esses motivos, é de suma importância que somente pessoal treinado, de confiança e com as ferramentas certas façam a manutenção das motos aquáticas, a fim de manter em perfeitas condições de uso e longe dos efeitos devastadores da maresia: motor, casco, sistema elétrico, sistema direcional (jatos propulsores) e demais partes.

Ao pilotar, o condutor é responsável por si, pelo passageiro e as demais pessoas ao redor, portanto, a fiscalização do uso do colete salva-vidas para os ocupantes e cuidados com banhistas ao entrar e sair da água, são de sua responsabilidade. Cabe somente a ele, conhecer as regras e se instruir sobre as normas locais. No link a seguir é possível encontrar a relação com os locais e contatos das delegacias da Capitania dos Portos: dpc.mar.mil.br/CDA/index.htm. Demais dúvidas relacionadas à legislação marítima devem ser direcionadas ao site oficial da Marinha do Brasil: mar.mil.br.

JET SKI® é marca registrada da Kawasaki Heavy Industries Ltd (KHI) utilizada para denominar seus produtos de moto aquática em todo o mundo. É vetada a utilização do termo para caracterizar outros produtos do gênero que não sejam os da marca.

Informações adicionais: kawasakibrasil.com

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VGCOM / Vanessa Gianellini

Sobre * Equipe MOTONAUTA

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