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Estabelecendo limites para o automóvel, mobilidade urbana.

Ações restritivas ao transporte individual, acima de ações educativas ou punitivas, foi quase concordância entre os participantes do painel – Estabelecendo limites para o automóvel: as taxas de congestionamento e outras experiências. Durante a 3ª Conferência Cidades Verdes – Mobilidade Urbana e seus desafios atuais, hoje pela manhã no Rio de Janeiro.

O tema estabelecendo limites para o automóvel denuncia a alternativa pelo transporte coletivo, e de propostas como; a diminuição do número de estacionamentos públicos e sobretaxa aos estacionamentos privados. Retirar as vantagens do transporte individual, acabar com incentivos para os veículos, lembrar ao cidadão que é ele quem financia o transporte público.

Apesar de economicamente viável a adoção do pedágio urbano não é aceita, por se tratar de um “problema político”.

De acordo com os participantes do painel, é preciso conscientizar os proprietários de veículos, que eles são os responsáveis pelo trânsito caótico nos centros urbanos. São milhões de reais gastos todos os anos em consequência dos congestionamentos.

A necessidade imediata, o importante no momento, não é atrair novos passageiros para o transporte público, mas melhorar a qualidade dos atuais é essencial, automóvel é a última prioridade. Morre-se nos centros urbanos por causa dos carros, não somente em razão dos acidentes, mas também pela concentração de altos índices de emissões de gases poluentes nas metrópoles.

O cidadão espera por um transporte público com número suficiente de carros para atender a demanda, limpos, seguros e com frequência de horário, mas isso não coincide com a agenda pública. Essa ideia talvez seja a razão pela qual  o representante do governo carioca, declarou: – Revolução nos transportes no Rio de Janeiro a partir de hoje!

Também foi pedido a não desoneração do transporte elétrico – não nos esqueçamos da agenda positiva do governo carioca em pró dos veículos elétricos, em frotas futuras e por sua utilização em eventos como a Copa do Mundo. Não só depender do petróleo!

As campanhas educacionais, como educação nas escolas, workshops e outras maneiras não são descartadas, desde que sejam duradouras e suficientes. Não podem ser voltadas a um único segmento, mas elas têm de ser orientadas a todos os segmentos, com o apoio de todos.

De certo mesmo, como alívio imediato, a redução da velocidade nas vias é fundamental – assim como vem acontecendo progressivamente em São Paulo. E se nada mudar em quatro ou seis anos, a adoção de modelos do rodízio de veículos em todas as grandes cidades brasileiras.

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Marcel Mano / http://marcelmano.blogspot.com.br/

Estabelecendo limites para o automóvel, mobilidade urbana.

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