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Pikes Peak 2017: Rafael Paschoalin faz história no motociclismo nacional

Em sua segunda participação na competição, o piloto da Yamaha já sobe no segundo lugar mais alto do pódio

O motociclismo nacional está em festa… e não é para menos! O piloto da Yamaha Rafael Paschoalin conquistou o segundo lugar em sua categoria no IPPHC – International Pikes Peak Hill Climb, uma das competições mais difíceis e emblemáticas do cenário motociclístico mundial que neste ano completou 101 edições.

O que torna o IPPHC tão peculiar, é seu grau de dificuldade. Trata-se da subida de estrada sinuosa em Colorado Springs (EUA), com nada menos que 156 curvas em um percurso total de 20 km. Sua largada acontece a cerca de 2300 m de altitude e a chegada a mais de 4.300 m, colocando pilotos e máquinas a prova em função do ar rarefeito.

A bordo de uma Yamaha MT-07, Rafael Paschoalin competiu na categoria Middleweight, que em 2017 se demostrou ser umas das mais disputadas da competição, com concorrentes de alto nível. Nela é permitido utilizar motores de dois ou quatro tempos que não excedam quatro cilindros e que tenham entre 501 e 750 cilindradas.

Embora seja sua segunda participação – ele foi o primeiro sul-americano a participar no Pikes Peak! –, para Paschoalin de certa forma é como se fosse a primeira, já que em 2016 ele não completou a prova em função de problemas no pneu.

Para participar dessa incomum competição, não basta apenas pagar a inscrição e correr. É preciso passar por uma criteriosa seleção que leva principalmente em conta as experiências do competidor. Nesse quesito, o piloto brasileiro dispensa apresentações. Ele já disputou as provas mais desafiadoras do planeta, como o TT Isle de Man – onde entrou para a história do motociclismo nacional e mundial como primeiro piloto brasileiro na prova – e o GP disputado nas ruas de Macau, na China.

Na participação deste ano, Rafael Paschoalin conseguiu o tempo de 10:42.793, que por sinal é 4 segundos inferior ao conquistado vencedor da categoria Middleweight, no ano passado. Apesar dos esforços do brasileiro, o alto grau de intimidade do americano Codie Vahsholtz com o traçado, foram determinantes para que ele cravasse 10:34.967 no relógio e conquistasse a vitória.

Codie não só mora “no pé” de Pikes Peak, como vem de uma das famílias mais vencedoras da competição. Seu avô já foi competidor, seu pai é o piloto que mais venceu a corrida – disputando categorias destinadas a carros, este ano venceu pela 23ª vez! –, sem dizer que ele próprio já havia vencido outras duas edições Pikes Peak.

Segundo Rafael, “Codie foi merecedor, fez uma corrida impecável e se mostrou experiente e bastante estrategista, “escondendo” seu potencial nos treinos e tomadas de tempo que ocorreram antes da corrida”. Para o brasileiro, o que faltou de sua parte foi um pouco mais de experiência e conhecer melhor o trajeto, já que da parte de sua máquina, tudo correu bem. Segundo palavras dele próprio, “a Yamaha MT-07 foi simplesmente perfeita”.

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Laner Azevedo / Assessor de Imprensa e Relações Públicas

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